“Ficou sabendo da última?”
Quantas vezes não começamos uma conversa com essa pergunta?
Como arrisca Robert Lobato - Administrador de Empresas e Consultor Organizacional - “ao lado do futebol, a fofoca é a grande paixão nacional”.
Fofocamos sobre o chefe, a secretária, o boy, as personalidades, os políticos, os vizinhos, os amigos e, por que não, às vezes até sobre nós mesmos, ainda que para “criar” fato e mais fofoca que nos interesse ou beneficie.
No entanto, na maioria das nossas investidas diárias nessa prática e juntamente com esse costume pouco saudável, insistimos em usar o recurso para comentar coisas desagradáveis e/ou desabonadoras sobre uns e outros. Pois é... uma fofoca sadia nem sempre dá ibope.
A devassa dos aspectos negativos da vida alheia faz tanto sucesso que assisto, desconsolada, um país inteiro ávido pelas mazelas transmitidas pelo BigBrother, a torcida pela chegada de um novo vídeo no YouTube que achincalhe a indiscrição de alguém, a expectativa ansiosa pelo troca-troca de parceiros publicada em tantas revistas especializadas nessa matéria ou a divulgação dos deslizes cotidianos do nosso universo próximo e das pessoas que nos cercam.
A fofoca excita, encanta e anima. Desvia o foco das nossas próprias imperfeições, escorregadelas e pecados, dando-nos a impressão de, nesse movimento, consolar nossa insatisfação com uma vida que nem sempre corresponde às expectativas que criamos.
Mas, como tudo no mundo, essa megera também tem seu outro lado. Rara, porém eficaz, é a “boa fofoca” – se é que podemos chamá-la assim - aquela que salienta o lado bom de algo ou alguém, a que traz boas novas sem nenhum resquício da inveja alheia, a que produz ondas de otimismo e funciona como instrumento de comunicação.
Acredito nesse viés da fofoca bacana e procuro colocá-lo em prática constantemente. Não sou imune à fofoca tradicional e não serei eu quem atirará a primeira pedra. Mas não custa lembrar a toda hora que podemos sempre, já que esses pequenos pecados são inevitáveis, optar pelo equilíbrio e tentar, também aqui, nos conduzir pelo caminho do meio. No mínimo!
Quantas vezes não começamos uma conversa com essa pergunta?
Como arrisca Robert Lobato - Administrador de Empresas e Consultor Organizacional - “ao lado do futebol, a fofoca é a grande paixão nacional”.
Fofocamos sobre o chefe, a secretária, o boy, as personalidades, os políticos, os vizinhos, os amigos e, por que não, às vezes até sobre nós mesmos, ainda que para “criar” fato e mais fofoca que nos interesse ou beneficie.
No entanto, na maioria das nossas investidas diárias nessa prática e juntamente com esse costume pouco saudável, insistimos em usar o recurso para comentar coisas desagradáveis e/ou desabonadoras sobre uns e outros. Pois é... uma fofoca sadia nem sempre dá ibope.
A devassa dos aspectos negativos da vida alheia faz tanto sucesso que assisto, desconsolada, um país inteiro ávido pelas mazelas transmitidas pelo BigBrother, a torcida pela chegada de um novo vídeo no YouTube que achincalhe a indiscrição de alguém, a expectativa ansiosa pelo troca-troca de parceiros publicada em tantas revistas especializadas nessa matéria ou a divulgação dos deslizes cotidianos do nosso universo próximo e das pessoas que nos cercam.
A fofoca excita, encanta e anima. Desvia o foco das nossas próprias imperfeições, escorregadelas e pecados, dando-nos a impressão de, nesse movimento, consolar nossa insatisfação com uma vida que nem sempre corresponde às expectativas que criamos.
Mas, como tudo no mundo, essa megera também tem seu outro lado. Rara, porém eficaz, é a “boa fofoca” – se é que podemos chamá-la assim - aquela que salienta o lado bom de algo ou alguém, a que traz boas novas sem nenhum resquício da inveja alheia, a que produz ondas de otimismo e funciona como instrumento de comunicação.
Acredito nesse viés da fofoca bacana e procuro colocá-lo em prática constantemente. Não sou imune à fofoca tradicional e não serei eu quem atirará a primeira pedra. Mas não custa lembrar a toda hora que podemos sempre, já que esses pequenos pecados são inevitáveis, optar pelo equilíbrio e tentar, também aqui, nos conduzir pelo caminho do meio. No mínimo!

Um comentário:
A fofoca boa e bacana em minha ótica é considerada uma boa notícia e que não tem graça nenhuma pois se não é a seu respeito ou te eleve não interessa.O ser humano infelizmente é movido pela inveja,pela prátida de coisas erradas e sórdidas.
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